Percurso: 21,4 Km
Encontrámo-nos tal como tinhamos combinado no dia anterior ás 8:30h no café "O Tudo Bom". Saí de casa pouco antes e já com a bicicleta montada no tejadilho do carro, pouco tempo depois aparece o Rucha e o Alexandre sem bicicleta, pois vivem perto do café e como estava a chuviscar vieram primeiro confirmar de que a partida para este passeio estava assegurada. Café tomado lá montamos as restantes bicicletas nos tejadilhos dos carros e seguimos em direcção à Torre de Belém onde vai começar este passeio.
O tempo estava nublado e a chuviscar, o vento não se sentia, passamos o novo hotel que foi construído mesmo junto ao rio, entre a torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos, ainda não se via quase ninguém a não ser alguns pescadores. Este trajecto junto ao rio Tejo é bastante agradável de se fazer, estamos rodeados de uma vista magnífica e contemplados por uma serenidade quase absoluta, não fosse interrompida por vezes pela nossa conversa.
O caminho foi sendo feito sempre com muita calma e em ritmo de passeio, seguiu-se o clube naval, a Gare de Belém, o museu da Electricidade e a chuva miudinha começou a desaparecer já perto das Docas. Ao passarmos as Docas decidimos ir pela Rua General Gomes Araújo e atravessar a ponte móvel para a Rocha Conde de Óbidos onde fizemos a primeira paragem para tirarmos uma fotografia.
De Experiências de Bicicleta
O Rucha e o Alexandre na ponte móvel da Rocha Conde de Óbidos
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A partir dai a estrada que nos leva até ao Cais do Sodré estava cheia de grandes lençóis de água, o que nos fez passar a circular por parques de estacionamento e pelo passeio para evitarmos ao máximo levar um banho de um condutor mais atrevido.
Ao chegarmos à Gare Marítima do Cais do Sodré (Cais do Gás) começamos a ouvir uma música técno bastante alta que dava ideia vir de algum carro ali parado, mas ao aproximarmo-nos de um armazém que da parte de fora dava a sensação de estar abandonado (por ter as paredes com tijolos partidos e algumas janelas fechadas com tijolo), era exactamente dali que vinha a música, eram umas 10:30h e o pessoal que lá estava mostrava que ainda não tinha passado pela cama.
Cais do Sodré passado e fomos obrigados a entrar para a Rua do Arsenal devido ás obras do metro, chegados à Praça do Comercio e onde tivemos alguns maus entendidos com os carris do eléctrico por estarem molhados, rumamos em direcção ao Cais das Colunas para uma breve visita e seguimos para a Rua Augusta onde o Rucha fez questão de uma paragem para comer um pastel de nata que lhe estava a sorrir do lado de lá de uma montra de um café.
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O Rucha e o Alexandre na Rua Augusta em Lisboa
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Eu na Rua Augusta em Lisboa
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Pastel comido, mais uma foto tirada e seguimos pela Rua Augusta em direcção ao Rossio, nova paragem para uns dedos conversa e Martim Moniz foi o próximo ponto de passagem, é engraçado que a cidade vista de bicicleta parece diferente e aqui no Martim Moniz o Alexandre teve um episódio engraçado, para deixar passar uma pessoa no passeio encostou-se a uma caixa metálica, que penso seria dos telefones ou da televisão por cabo, e ele ia caindo pois a caixa estava solta e não fosse o senhor que ia a passar a segurar nele e na caixa teria uma queda para contar. A Sé era mesmo ali ao lado e então decidimos ir até lá fizemos uma subida até à Sé de uns 200 ou
Um bom percurso de fim de semana. Venham outros
ResponderEliminarBoa Álvaro. Foi uma das nossas primeiras aventurazinhas em bicicleta, odisseias mais ousadas virão. Mas, e as fotos? Somos feios? As bicicletas não tem a cor da moda? Então?
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